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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

No Basquete Feminino - Brasil sofre virada da França em jogo decisivo e é eliminado: "Tudo errado"






Carlos Augusto






À espera de um milagre, o Brasil entrou em quadra em busca de uma luz no fim do túnel. Embora improvável, ainda havia uma esperança de classificação, no entanto, era preciso derrubar a França, atual vice-campeã olímpica, nesta quinta-feira, na Arena da Juventude, em Deodoro. Apesar do bom começo no jogo de vida ou morte, a seleção brasileira desperdiçou a vantagem de sete pontos no primeiro quarto e sofreu outra virada, desta vez, por 74 a 64, sendo eliminada da Olimpíada. O time comandado por Antonio Carlos Barbosa ainda faz a sua despedida contra a Turquia, neste sábado, as 15h30 (de Brasília), apenas para cumprir tabela pelo grupo A. Respirando por aparelhos na fase preliminar, o Brasil poderia se classificar dependendo de uma combinação de resultados, porém, tinha a obrigação de vencer as duas últimas partidas chave.

Brasil precisava vencer a França para sonhar com chances de classificação (Foto: Marko Djurica/Reuters)

Embora tenha amargado mais um revés na Rio 2016, Damiris foi a cestinha da partida, com 21 pontos. Jogando como ala, a paulista de Ferraz pegou quatro rebotes, teve quatro roubadas de bola e dois tocos, sendo um dos maiores destaques do Brasil, ao lado de Clarissa, com um duplo-duplo: 16 pontos e 10 rebotes. Iziane começou bem, mais caiu de rendimento no segundo tempo e anotou seis pontos. As cestas de três poderiam ter feito a diferença, contudo, a equipe acertou apenas três em 10 tentativas (30%) - e 18 entre 40 para as de dois (45%). 

As francesas fizeram do jogo coletivo a sua grande arma. Lideradas pela craque Gruda, com um duplo-duplo (17 pontos e 10 rebotes), as vice-campeãs em Londres 2012 contaram com boas atuações de outras peças fundamentais no ataque, como Gaelle Skrela (17), Isabelle Yacoubou (10) e Endy Miyem (10), com 100% de aproveitamento nos chutes de longa distância.

Veja a classificação do grupo do Brasil:


Fonte:Globo

terça-feira, 9 de agosto de 2016

No Basquete Feminino - Estrela do Storm lidera vitória do Japão sobre o Brasil com sabor de vingança






Carlos Augusto






A lembrança da eliminação do Mundial de 2014, na Turquia, no último duelo pela fase grupos, seguia cristalina na memória do Japão, atual campeão asiático. Remoendo a derrota para o Brasil há dois anos, as japonesas não haviam conseguido a sonhada revanche nos dois amistosos às vésperas da Olimpíada, em Campinas (SP). Contudo, a vingança veio na segunda rodada da Rio 2016. Terceira japonesa a atuar na WNBA e estrela do Seattle Storm, Ramu Tokashiki não se importou com as vaias da torcida e comandou a vitória por 82 a 66, nesta segunda-feira, na Arena da Juventude, em Deodoro. A pivô de 1,97 e 25 anos foi a cestinha, com 23 pontos, e ainda pegou oito rebotes. Natural da província de Saitama, ela coleciona títulos de MPV (melhor jogadora) na Liga Japonesa (WJBL), e contou com a ajuda das inspiradas Takada (14), Kurihara (12) e Yoshida (11), eficientes no ataque. 

Central brasileira Erika recebe a marcação da japonesa Ramu Tokashiki (Foto: JAVIER SORIANO / AFP)

O Brasil cometeu muitos erros e pecou pela falta de pontaria nos momentos decisivos. Apesar de um bom início, viu o Japão abrir uma vantagem de 27 pontos no terceiro quarto, tentou reagir no fim, mas não havia mais tempo. As maiores pontuadoras do time comandado por Antonio Carlos Barbosa foram Iziane (20) - ainda teve uma assistência, dois rebotes e duas roubadas de bola -, Damiris (17) e Clarissa, com um duplo-duplo: 13 pontos e 16 rebotes. Érika cometeu duas faltas logo no início e precisou ficar fora a maior parte do jogo. A pivô do Chicago Sky marcou 10 pontos e pegou oito rebotes, mas não conseguiu parar Tokashiki. A seleção, que perdeu na estreia para a Austrália, ocupa a última colocação do grupo A e volta à quadra nesta terça-feira, às 15h30 (de Brasília), em um jogo de vida ou morte contra Belarus.

Time do Brasil: Adriane, Taina, Joise, Palmira, Iziane, Isabela, Tatiane, Clarissa, Damiris, Nadia, Erica e Kelly

Veja como ficou a classificação no grupo do Brasil:



A seleção de basquete feminino do Brasil volta a quadra nesta terça, dia 09 de agosto,  às 15:30h., contra a seleção da Belarus, para tentar uma reabilitação na competição.

Fonte:Globo

quinta-feira, 26 de maio de 2016

No Basquete Feminino - O Brasil é campão Sul-Americano pela 25ª vez invicto






Carlos Augusto






A Seleção Brasileira Adulta Feminina conquistou pela 25ª vez o título invicto do Campeonato Sul-Americano da Venezuela. Desde a competição de 1986, o Brasil acumula 84 vitórias em 84 jogos e chega ao 16º título invicto. Nesta quinta-feira (dia 26), na partida final do Sul-Americano da Venezuela, disputado no Domo Bolivariano, na cidade de Barquisimeto, as brasileiras ganharam das anfitriãs por 94 a 75 (55 a 25 no primeiro tempo), com 20 pontos, dois rebotes, quatro assistências e uma recuperação de bola da cestinha Iziane Marques.

Outros destaques da equipe nacional foram a pivô Kelly Santos (19 pontos, quatro rebotes, uma assistência e duas recuperações de bola); a pivô Nádia Colhado com um Duplo-Duplo de 13 pontos e 12 rebotes, além de uma recuperação de bola; a pivô Karina Jacob (dez pontos, sete rebotes, três assistências e uma recuperação de bola); a ala Palmira Marçal (dez pontos, dois rebotes, três assistências e três recuperações de bola); e a ala Tatiane Nascimento (dez pontos, um rebote, duas assistências e uma recuperação de bola).

Aos 71 anos, o técnico Antonio Carlos Barbosa sagrou-se campeão sul-americano adulto pela nona vez invicto em dez competições disputadas, e soma 57 vitórias em 58 partidas.

O Campeonato Sul-Americano da Venezuela classificou os quatro primeiros colocados (Brasil, Venezuela, Colômbia e Argentina) para a Copa América / Pré-Mundial de 2017, que irá garantir três países no Campeonato Mundial da FIBA de 2018.

Os 25 Títulos do Brasil

1954 – 1958 – 1965 – 1967 – 1968 – 1970 – 1972 – 1974 – 1978 – 1981 – 1986 – 1989 – 1991 – 1993 – 1995 – 1997 – 1999 – 2001 – 2003 – 2005 – 2006 – 2008 – 2010 – 2013 – 2014
OBS: O Brasil não participou da edição de 1948.

“A”: Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai e Uruguai
“B”: Argentina, Equador, Peru e Venezuela

1ª rodada – Dia 20 de maio
Chile 38 x 79 Colômbia e Uruguai 42 x 115 Brasil

2ª rodada – Dia 21 de maio
Paraguai 62 x 56 Uruguai, Argentina 71 x 35 Equador, Brasil 104 x 54 Chile e Peru 52 x 82 Venezuela

3ª rodada – Dia 22 de maio
Chile 69 x 83 Paraguai, Colômbia 55 x 76 Brasil, Argentina 89 x 15 Peru e Equador 46 x 91 Venezuela

4ª rodada – Dia 23 de maio
Uruguai 53 x 68 Chile, Equador 85 x 57 Peru, Paraguai 58 x 92 Colômbia e Venezuela 71 x 67 Argentina

5ª rodada – Dia 24 de maio
Colômbia 83 x 42 Uruguai e Brasil 128 x 35 Paraguai

Classificação:

Grupo “A”
1º- Brasil – 8pts; 2º- Colômbia – 7pts; 3º- Paraguai – 6pts; 4º- Chile – 5pts; 5º- Uruguai – 4pts
Grupo “B”
1º- Venezuela – 6pts; 2º- Argentina; 5pts; 3º- Equador – 4pts; 4º- Peru – 3pts

Dia 25 de maio
Disputa de 5º e 6º lugares: Paraguai 72 x 52 Equador

Fase Semifinais: Brasil 73 x 57 Argentina e Venezuela 67 x 59 Colômbia

Rodada Final – Dia 26 de maio
Disputa de 3º e 4º lugares – Argentina 55 x 59 Colômbia
Disputa de 1º e 2º lugares – Brasil 94 x 75 Venezuela

Classificação Final
1º- Brasil (campeão invicto); 2º- Venezuela; 3º- Colômbia; 4º- Argentina; 5º- Paraguai; 6º- Equador

SELEÇÃO BRASILEIRA ADULTA FEMININA

04. Patrícia Teixeira Ribeiro – Ala – 25 anos – 1,76m – Maranhão Basquete (MA) – SP
05. Tainá Mayara da Paixão – Armadora – 24 anos – 1,72m – Uninassau / América (PE) – SP
06. Joice Cristina de Souza Rodrigues – Armadora – 29 anos – 1,76m – Corinthians / Americana (SP) – SP
07. Palmira Cristina Marçal – Ala –31 anos – 1,78m –Sampaio Basquete (MA) – SP
08. Iziane Castro Marques – Ala – 34 anos – 1,82m – Sampaio Basquete (MA) – MA
09. Jaqueline de Paula Silvestre – Ala – 30 anos – 1,79m – Basketball Santo André (SP) – SP
10. Tatiane Pacheco Nascimento – Ala – 25 anos – 1,81m – Uninassau / América (PE) – SP
11. Soeli Garvão Zakrzeski (Êga) – Pivô – 38 anos – 1,88m – Maranhão Basquete (MA) – PR
12. Karina da Silva Jacob – Pivô – 30 anos – 1,85m – Sampaio Basquete (MA) – RJ
13. Nádia Gomes Colhado – Pivô – 27 anos – 1,95m – Sampaio Basquete (MA) – SP
14. Gilmara Justino – Pivô – 35 anos – 1,83m – Corinthians / Americana (SP) – SP
15. Kelly Santos Muller – Pivô – 36 anos – 1,93m – Uninassau / América (PE) – SP

Média de Idade: 30,2 anos
Média de Altura: 1,81m

Fonte:www.cbb.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Brasil vence Argentina e vai à final do Sul-Americano de basquete feminino




Beat Reusser
O Brasil está na final do Sul-Americano de basquete feminino, que está sendo realizado em Barquisimetro, na Venezuela. Nesta quarta-feira, a equipe comandada por Antônio Carlos Barbosa bateu a Argentina por 73 a 57 na semifinal (34 a 25 no primeiro tempo) e aguarda agora o vencedor de Venezuela x Colômbia, que jogam a seguir. O destaque da partida foi Iziane, com 19 pontos, duas assistências e três recuperações. Já a cestinha foi a pivô Gisela Vega, com 14 pontos, seis rebotes e duas assistências.

Outros destaques da seleção brasileira nesta noite foram Palmira Marçal (18 pontos, cinco rebotes, uma assistência e duas recuperações de bola), Nádia Colhado com um duplo-duplo de 13 pontos e 12 rebotes e Karina Jacob (sete pontos, 11 rebotes, quatro assistências e uma recuperação de bola).

No Basquete Feminino Sul-Americano - Brasil faz 128 pontos no Paraguai e pega Argentina na semi






Carlos Augusto






Nadia Colhado foi a cestinha do Brasil
com 17 pontos (Foto: Divulgação/Fiba Americas)
O Brasil atropelou mais um rival no Sul-Americano feminino de basquete. Diante de adversárias fraquíssimas, assim como o Paraguai nesta terça-feira, a seleção brasileira confirmou o primeiro lugar do Grupo A ao vencer por 128 a 35 em jogo disputado em Barquisimetro, na Venezuela. A facilidade foi tanta que no primeiro quarto o time brasileiro havia feito 39 pontos e terminou o segundo período com 71 pontos, o que em muitos jogos acaba como o placar final de uma partida. O Brasil já estava classificado para as semifinais e com 100% de aproveitamento.

No outro jogo do dia, pelo Grupo B, a Colômbia passou pelo Uruguai por 83 a 42 e também vai às semifinais. A pivô Nadia Colhado foi a cestinha do Brasil com 17 pontos e nove rebotes. Além dela, Palmira e Kelly também anotaram 17 pontos cada uma. Kelly, por sinal, teve um duplo-duplo com 11 rebotes. Joice, se anotou apenas dois pontos, deixou a partida com 15 assistências. Do lado do Paraguai, Huttemann fez 11 pontos, sendo a cestinha do seu time.

Nesta quarta-feira, pelas semifinais, o Brasil terá pela frente a Argentina. A outra partida colocará em ação a Venezuela e a Colômbia. Paraguaias e equatorianas jogam pelo quinto lugar. A final está marcada para a quinta-feira, também em Barquisimetro, na Venezuela.

SELEÇÃO BRASILEIRA

Patrícia Teixeira Ribeiro – Ala – 25 anos – 1,76m – Maranhão Basquete (MA) – SP
Tainá Mayara da Paixão – Armadora – 24 anos – 1,72m –América (PE) – SP
Joice Cristina de Souza  – Armadora – 29 anos – 1,76m – Corinthians / Americana (SP) – SP
Palmira Cristina Marçal – Ala –31 anos – 1,78m –Sampaio Basquete (MA) – SP
Iziane Castro Marques – Ala – 34 anos – 1,82m – Sampaio Basquete (MA) – MA
Jaqueline de Paula Silvestre – Ala – 30 anos – 1,79m – Santo André (SP) – SP
Tatiane Pacheco Nascimento – Ala – 25 anos – 1,81m – América (PE) – SP
Soeli Garvão Zakrzeski (Êga) – Pivô – 38 anos – 1,88m – Maranhão Basquete (MA) – PR
Karina da Silva Jacob – Pivô – 30 anos – 1,85m – Sampaio Basquete (MA) – RJ
Nádia Gomes Colhado – Pivô – 27 anos – 1,95m – Sampaio Basquete (MA) – SP
Gilmara Justino – Pivô – 35 anos – 1,83m – Corinthians / Americana (SP) – SP
Kelly Santos Muller – Pivô – 36 anos – 1,93m – América (PE) – SP

TABELA SUL-AMERICANO

A: Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai e Uruguai
B: Argentina, Equador, Peru e Venezuela

1ª rodada – Dia 20 de maio
Uruguai 42 x 115 Brasil 

2ª rodada – Dia 21 de maio
Brasil 104 x 54 Chile 

3ª rodada – Dia 22 de maio
Colômbia 55 x 76 Brasil 

5ª rodada – Dia 24 de maio
Brasil 128 x 35 Paraguai

Dia 25 de maio

Semifinais:
Brasil x Argentina(17h45)
Venezuela x Colômbia(20h)

A final dia 26/05, em Barquisimetro, na Venezuela

Fonte:Globo

domingo, 22 de maio de 2016

Brasil bate a Colômbia e segue invicto no Sul-Americano feminino




Beat Reusser
O basquete feminino brasileiro segue invicto no Sul-Americano da modalidade. No que prometia ser o jogo mais complicado da primeira fase, o Brasil se impôs e bateu a Colômbia por 76 a 55 em Barquisimetro, na Venezuela, sede do torneio. 

Com o triunfo, a seleção de Barbosa acumula três triunfos, diante também de Chile e do Uruguai. Na próxima rodada, na terça-feira, dia 24, a seleção fecha a participação na primeira fase contra o Paraguai, às 20h, quando jogará para confirmar o primeiro lugar no Grupo A na briga pelas semifinais. 

Com 22 pontos, Iziane foi a cestinha do duelo. A ala ainda pegou cinco rebotes e deu uma assistência. A reboteira do time brasileiro foi Nadia Colhado, com 11, além de 15 pontos, um duplo-duplo. Kelly também ajudou bastante com 15 pontos no confronto contra as colombianas. Na Colômbia, Mosquera foi a cestinha com 12 pontos.

No Sul-Americano de Basquete Feminino - A seleção do Brasil aproveita fragilidade do Chile e vence fácil por 104 a 54






Carlos Augusto






Nádia domina o rebote diante das chilenas (Foto: Fiba)
Em uma competição na qual o ganho técnico é próximo de zero diante da fragilidade de rivais que sequer apresentam noções básicas do esporte, a seleção brasileira feminina de basquete venceu com extrema facilidade por 104 a 54 o Chile, em Barquisimeto, na Venezuela, pela segunda rodada do Sul-Americano. Nádia, com 14 pontos e nove rebotes, e Iziane, que marcou 16 pontos, lideraram o time no confronto. Na sexta-feira, o Brasil já havia passado pelo Uruguai por 115 a 42.

Contra um adversário com deficiência em fundamentos básicos, recebendo passes simples já fora de quadra, o técnico Antônio Carlos Barbosa teve condições de equilibrar o tempo de quadra de suas jogadoras. Nádia, por exemplo, atuou apenas 20 minutos, e Iziane jogou 16.

O Brasil volta a jogar neste domingo, às 14h45 (de Brasília), contra a Colômbia, que promete ser o adversário mais difícil da primeira fase. Na sua estreia, as colombianas venceram o Chile por 79 a 38. Os dois primeiros colocados se classificam para as semifinais da competição. Os quatro melhores do Sul-Americano disputam a Copa América de 2017, que classificará três países para o Mundial da 2018.

As principais jogadoras do país, Érika Souza, Damiris Dantas e Clarissa Santos, estão em times da WNBA, a liga feminina dos Estados Unidos, e não participam desta fase de preparação para os Jogos Olímpicos. Adrianinha, que esteve nas últimas quatro Olimpíadas, está machucada, mas o técnico ainda espera sua presença nos Jogos do Rio. 

SELEÇÃO BRASILEIRA

Patrícia Teixeira Ribeiro – Ala – 25 anos – 1,76m – Maranhão Basquete (MA) – SP
Tainá Mayara da Paixão – Armadora – 24 anos – 1,72m –América (PE) – SP
Joice Cristina de Souza  – Armadora – 29 anos – 1,76m – Corinthians / Americana (SP) – SP
Palmira Cristina Marçal – Ala –31 anos – 1,78m –Sampaio Basquete (MA) – SP
Iziane Castro Marques – Ala – 34 anos – 1,82m – Sampaio Basquete (MA) – MA
Jaqueline de Paula Silvestre – Ala – 30 anos – 1,79m – Santo André (SP) – SP
Tatiane Pacheco Nascimento – Ala – 25 anos – 1,81m – América (PE) – SP
Soeli Garvão Zakrzeski (Êga) – Pivô – 38 anos – 1,88m – Maranhão Basquete (MA) – PR
Karina da Silva Jacob – Pivô – 30 anos – 1,85m – Sampaio Basquete (MA) – RJ
Nádia Gomes Colhado – Pivô – 27 anos – 1,95m – Sampaio Basquete (MA) – SP
Gilmara Justino – Pivô – 35 anos – 1,83m – Corinthians / Americana (SP) – SP
Kelly Santos Muller – Pivô – 36 anos – 1,93m – América (PE) – SP

TABELA SUL-AMERICANO

Grupos:
A: Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai e Uruguai
B: Argentina, Equador, Peru e Venezuela

1ª rodada – Dia 20 de maio
Chile 38 x 79 Colômbia (15h30) e Uruguai 42 x 115 Brasil (17h45)

2ª rodada – Dia 21 de maio
Paraguai 62 x 56 Uruguai (12h30), Argentina 71 x 35 Equador (14h45), Brasil 104 x 54 Chile (17h45) e Peru 52 x 82 Venezuela (20h)

3ª rodada – Dia 22 de maio
Chile x Paraguai (12h30), Colômbia x Brasil (14h45), Argentina x Peru (17h45) e Equador x Venezuela (20h)

4ª rodada – Dia 23 de maio
Uruguai x Chile (12h30), Equador x Peru (14h45), Paraguai x Colômbia (17h45) e Venezuela x Argentina (20h)

5ª rodada – Dia 24 de maio
Colômbia x Uruguai (17h45) e Brasil x Paraguai (20h)

Dia 25 de maio
Disputa de 5º e 6º lugares: 3º A x 3º B (15h30)
Fase Semifinal
1º A x 2º B (17h45) e 1º B x 2º A (20h)

Fonte:Globo

domingo, 17 de janeiro de 2016

No Basquete Feminino - Seleção brasileira perde invencibilidade para Austrália e é prata






Carlos Augusto






Após um boicote de clubes e nove pedidos de dispensa (sete por "razões particulares" e duas por lesão), a seleção brasileira de basquete feminino entrou desacreditada para o Torneio Internacional, evento-teste para o Rio 2016. Com um elenco renovado, liderado por Érika, Iziane e Clarissa, o time comandado por Antonio Carlos Barbosa fez uma boa campanha na Arena Carioca 1, palco olímpico, se despedindo da competição com a medalha de prata. Depois de vencer a Venezuela e a Argentina, a equipe perdeu a invencibilidade ao cair diante da Austrália, neste domingo, por 77 a 67 .Campeãs mundiais em 2006 e medalhistas de bronze em Londres 2012, as australianas foram ameaçadas apenas no terceiro quarto, quando as brasileiras imprimiram uma reação perigosa e diminuíram para dois pontos a diferença.

Em mais uma grande atuação, Érika de Souza, sem clube no momento, foi a cestinha da partida, com 20 pontos - a pivô ainda pegou oito rebotes. Pela segunda vez seguida, Clarissa anotou um duplo-duplo, com 18 pontos e 10 rebotes. Isabela Ramona (13 pontos e quatro rebotes) e Iziane (11 e 9 assistências) também foram destaques do Brasil. Pelo lado australiano, as maiores pontuadoras foram Leilani Mitchell (16), Susy Batkovic (15) e Cayla Marie Francis (12).

Antes de brigar pelo título, o Brasil bateu a rival Argentina por 66 a 52. Na estreia, superou a Venezuela com um placar elástico: 112 a 41. Na preliminar, as argentinas atropelaram as venezuelanas por 83 a 38 e ficaram com a medalha de bronze.

Uma das maiores potências do basquete feminino, a Austrália não sai do pódio das Olimpíadas desde os Jogos de Atlanta 1996. Medalhistas de bronze em Londres 2012, as australianas conquistaram a prata em Pequim 2008, Atenas 2004 e Sydney 2000. Só perderam para o Dream Team dos Estados Unidos, com a base formada pelas principais estrelas da WNBA, liga americana de basquete feminino. 

Fonte:globoesporte.globo.com
Fotos:Carol Fontes

No Basquete Feminino - Com Hortência na torcida, Brasil vence Argentina no evento-teste de basquete






Carlos Augusto






Dias depois de vencer a Argentina em um amistoso, a seleção brasileira enfrentou a ira das adversárias na segunda partida do Torneio Internacional de Basquete Feminino, na Arena Carioca 1, segunda instalação inaugurada do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Em um duelos de maior rivalidade no basquete e com a Rainha Hortência na arquibancada, o time comandado por Antonio Carlos Barbosa foi surpreendido pelas rivais no primeiro quarto (23 a 13), mas usou o jogo coletivo e o talento de Iziane, Erika e Clarissa para vencer as hermanas por 66 a 52. Com o resultado, a equipe manteve a invencibilidade - na estreia, venceu a Venezuela. Na preliminar, a Austrália atropelou a Venezuela por 104 a 24 (53 a 11), 80 pontos de diferença. 

Invocada, a baixinha argentina Melisa Gretter, de 1,60m, deu muito trabalho, principalmente, no primeiro e último quartos. Sem a armadora em quadra, a Argentina caiu de rendimento e não foi páreo para as brasileiras. A ala-armadora Palmira foi fundamental na armação de jogadas e na virada do Brasil no segundo quarto, após um tiro certeiro de Iziane. Cestinha da partida, a ala do Maranhão foi a melhor em quadra, com 20 pontos, cinco rebotes, duas assistências e duas recuperações de bola. Clarissa, que anotou um duplo-duplo, 13 pontos e 15 rebotes, foi outro destaque. A pivô que furou o boicote promovido pelo colegiado de quatro clubes da Liga de Basquete Feminino (LBF) ainda deu quatro assistências e uma recuperação de bola. 

Iziane foi a cestinha da partida, com 20 pontos, na vitória do Brasil sobre a Argentina (Foto: Roberta Rodrigues)

O Brasil volta à quadra, neste domingo, às 20h30 (de Brasília), para enfrentar a Austrália, também invicta, na decisão do título do evento-teste. Na preliminar, às 18h, Argentina e Venezuela disputam o terceiro lugar. A cerimônia de premiação será realizada às 22h45.

Clarissa foi novamente destaque, desta vez, com um duplo-duplo: 13 pontos e 15 rebotes (Foto: Roberta Rodrigues)

Fonte:globoesporte.globo.com
Fotos:Roberta Rodrigues

sábado, 16 de janeiro de 2016

No Basquete Feminino - Liderado por Iziane e Clarissa, Brasil massacra Venezuela no evento-teste






Carlos Augusto






Após sofrer nove pedidos de dispensa (dois por lesão e sete por conta de um boicote de quatro clubes), a seleção brasileira de basquete feminino, aos poucos, parece reencontrar o caminho que a colocou no topo do mundo há quase vinte anos. Após vencer a Argentina e Austrália em amistosos na reta final de sua preparação para o evento-teste, o time comandado por Antonio Carlos Barbosa contou com a experiência de veteranas com passagens pela WNBA para massacrar a Venezuela na estreia do Torneio Internacional de Basquete Feminino, na Arena Carioca 1, na Barra da Tijuca. Liderado por Iziane, cestinha da partida, com 30 pontos, e Clarissa, que anotou 28 e pegou 19 rebotes, o Brasil passou com tranquilidade pelas adversárias, vencendo por 112 a 41, uma diferença de 71 pontos.

Há mais de uma década na liga americana de basquete, Erika, que rompeu o contrato com o turco Adana Aski, também fez a diferença ao marcar 20 pontos e e 14 rebotes. Pelo lado venezuelano, Marquez foi o maior destaque, com 14, porém, nada que incomodasse as brasileiras. Diante de um adversário frágil, principalmente, no garrafão, o Brasil passeou em quadra.

Com a mão certeira, marcação cerrada e boas infiltrações, o time verde e amarelo foi para o intervalo com uma vantagem de 41 pontos (63 a 24). As bolas de três pontos também ajudaram a seleção brasileira no retorno de Barbosa ao comando. Apesar da falta de atenção no terceiro quarto, as brasileiras não foram ameaçadas pelas rivais. Com as venezuelanas apáticas no fim, as donas da casa foram administrando o placar até zerar o cronômetro: 112 a 41. 

Na partida de abertura do Torneio Internacional, a Austrália derrotou a Argentina por 87 a 37. A cestinha foi a australiana Batkovic, que fez um duplo-duplo, com 16 pontos e 11 rebotes. A seleção brasileira volta à quadra neste sábado, às 20h30 (de Brasília), para enfrentar a Argentina pelo evento-teste para o Rio 2016. Classificado para as Olimpíadas, o Brasil encerra a sua participação no evento-teste diante da Austrália, também garantida nos Jogos. 

Por conta do boicote promovido pelo colegiado formado por quatro clubes da Liga de Basquete Feminino (LBF), houve uma série de pedidos de dispensa por "razões particulares", e a seleção se apresentou na quarta-feira com 11 jogadoras. Apenas três estavam na primeira convocação do treinador: Iziane e Isabela Ramona, do Sampaio Basquete, e Clarissa, que furou o boicote apoiado por seu time, o Corinthians/Americana. O Brasil ainda sofreu dois desfalques por lesão: Damiris (Corinthians/Americana) e Nádia (Sampaio Basquete). 

A última atleta a integrar o grupo foi a ala Júlia Carvalho. A ala Mariane Carvalho (18 anos) e as armadoras Anna Beatriz de Oliveira (20 anos) e Lays da Silva (17 anos) também foram chamadas de última hora. Além dela, das três jovens jogadoras e do trio Iziane, Isabela Ramona e Clarissa, a seleção brasileira conta com Érika, Karina Jacob, Carina Felippus, Carina Martins e Palmira. Além dela, das três jovens jogadoras e do trio Iziane, Isabela Ramona e Clarissa, a seleção brasileira conta com Érika, Karina Jacob, Carina Felippus, Carina Martins e Palmira. 

Fonte:Globo
Fotos:Divulgação

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

No Basquete Feminino - Após os cortes de Damiris e Nádia por lesão, Barbosa convoca Erika e Karina






Carlos Augusto






A fratura por estresse na tíbia da perna esquerda de Damiris Dantas não foi a única baixa da seleção brasileira de basquete feminino para o evento-teste do Rio 2016, de 15 a 17 de janeiro. Além da pivô da WNBA, considerada uma das maiores joias da nova geração, outra atleta que atua na mesma posição na liga americana de basquete também irá desfalcar o time: Nádia Colhado, do Sampaio Corrêa (MA), com edema ósseo no joelho direito. O técnico Antonio Carlos Barbosa convocou, nesta quarta-feira, as pivôs Érika de Souza (Adana Aski SC, Turquia) e Karina Jacob (Sampaio) para o lugar das jogadoras que se recuperam de lesões e não terão condições de disputar a competição.

Erika, que defende as cores do Chicago Sky pela WNBA, é considerada uma das melhores pivôs do mundo na atualidade e não havia aparecido na primeira convocação da seleção brasileira. Em meio à ameaça de boicote da seleção, ainda não se sabe ao certo quais jogadores irão se apresentar. Apenas o Sampaio liberou as atletas. Caso o colegiado mantenha o movimento e proíba as suas atletas de defenderem o Brasil, o treinador irá convocar as que atuam no Maranhão ou pelo Presidente Venceslau. 

Erika marca caribenha naturalizada espanhola Sancho Lyttle, que foi sua parceira na WNBA (Foto: Divulgação/FIBA)


- Mais uma vez, a Érika se colocou à disposição para defender o Brasil, assim como outras atletas. Mas é importante ressaltar que ela já renunciou de outras oportunidades em jogar no exterior para jogar pela seleção brasileira. A Érika sempre demonstrou responsabilidade e amor pelo seu país. Para mim, a presença dela é sempre motivo de orgulho,  já que sua primeira participação na equipe adulta foi comigo na Copa América de 2001 - comentou Barbosa.

- A Karina Jacob é uma atleta experiente e vinha sendo convocada pelo Zanon (ex-técnico da seleção brasileira). Esse ano participou da Copa América de Edmonton e dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, ambas competições no Canadá - completou o treinador.

O evento-teste será disputado na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Estarão presentes as seleções femininas do Brasil, Austrália, Argentina e Venezuela. As brasileiras e as australianas estão classificadas para as Olimpíadas, enquanto as argentinas e as venezuelanas terão disputar o Torneio Pré-Olímpico Mundial da FIBA, no mês de junho de 2016. O torneio irá distribuir as últimas cinco vagas para 2016.

A apresentação da seleção brasileira foi marcada para a próxima quarta-feira (6), às 12h (de Brasília), em um hotel no bairro de Indianápolis, São Paulo (SP). A equipe verde e amarela irá treinar em tempo integral, até o dia 11, no Esporte Clube Sírio, na capital paulista. Em seguida, o grupo segue para os treinos no Rio de Janeiro, onde fará alguns jogos-treino. A CBB confirmou a realização de dois amistosos contra Argentina (12) e Austrália (13).

Fonte:Globoesporte
Foto:Divulgação/FIBA

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

No Basquete Feminino - Barbosa volta ao comando da seleção brasileira feminina pela terceira vez






Carlos Augusto






Antonio Carlos Barbosa volta à seleção brasileira de
basque (Foto: Amauri Aquino/GloboEsporte.com/pb)
Medalhista de bronze nas Olimpíadas de Sidney, em 2000, Antonio Carlos Barbosa é o novo técnico da seleção brasileira de basquete feminino. Depois de Luiz Augusto Zanon abrir mão do cargo, na última sexta-feira, em meio à ameaça de boicote das jogadoras, Barbosa volta a comandar a equipe canarinho pela terceira vez. O treinador deixou a seleção em 2007, após 20 anos de trabalho. Ele também esteve no comando entre 1976 e 1984. O próximo compromisso do Brasil será o evento-teste para as Olimpíadas do Rio 2016, de 15 a 17 de janeiro. A lista de atletas convocadas por Zanon será mantida, segundo Barbosa. A apresentação está marcada para o dia 6 de janeiro. 

O último trabalho de Barbosa como treinador foi no Maranhão Basquete (MA), na temporada de 2013/2014, quando o time maranhense se despediu da Liga de Basquete Feminino (LBF) na quarta colocação. Anteriormente, ele esteve no comando de Ourinhos (SP) na conquista do vice-campeonato da LBF, em 2010/11 e 2011/12. Em 2015, o paulista de Bauru se dedicou a ministrar clínicas de basquete em diferentes cidades do país. Ele iniciou a carreira no Instituto de Educação Ernesto Monte, de São Paulo, em 1963. 

Barbosa carrega em sua bagagem duas participações em Olimpíadas e em cinco Mundiais (Coreia 1979, Brasil 1983, Alemanha 1998, China 2002 e Brasil 2006). O paulista conquistou o bronze nos Jogos Olímpicos de Sydney 2000 e o quarto lugar em Atenas 2004. No currículo, ele ainda acumula três medalhas em cinco edições dos Jogos Pan-Americanos (San Juan 1979, bronze em Caracas 1983, Winnipeg 1999, bronze em Santo Domingo 2003 e prata no Rio de Janeiro 2007), além de oito títulos em Sul-Americanos. 

O treinador também passou pelas categorias de base da seleção brasileira. Ele terminou em quarto lugar o Mundial Juvenil, em 1997, no Brasil, foi campeão da Copa América Juvenil , em 1996, no México, da Copa Pan-Americana Juvenil, em 1978, no Peru, do Sul-Americano Juvenil, em 1976, no Paraguai, e do Sul-Americano Cadete, em 2001, no Equador. A renovação será a sua grande missão em busca de melhores resultados nas Olimpíadas do Rio, em 2016. 

Fonte:Globo
Foto:Amauri Aquino/GloboEsporte.com/pb

segunda-feira, 15 de junho de 2015

No Basquete - Janeth Arcain é introduzida no Hall da Fama nos EUA






Carlos Augusto





Campeã mundial em 1994 e medalhista olímpica, Janeth Arcain foi introduzida no Hall da Fama feminino do basquete em uma cerimônia realizada no último sábado, em Knoxville, no estado norte-americano do Tennessee.

Além da ex-jogador da Seleção Brasileira, a classe de 2015 conta com Lisa Leslie, Janet Harris, Kurt Budke, Brad Smith e Gail Goestenkors. Janeth é a terceira brasileira a entrar neste grupo de jogadoras. Hortência (2002) e Paula (2006) já haviam recebido a honraria.

Com uma trajetória consagrada no Brasil, Janeth fez sucesso nos Estados Unidos, onde atuou pelo Houston Comets. Pela franquia do Texas, a atleta foi campeã em quatro oportunidades da WNBA, ganhando os prêmios de Jogadora Que Mais Evoluiu e do Primeiro Time do campeonato, ambos em 2001.

Pela Seleção Brasileira, Janeth foi campeã mundial em 1994 e faturou a prata e o bronze nos Jogos Olímpicos, em Atlanta 96 e Sydney 2000, respectivamente. A jogadora também esteve no elenco que triunfou nos Pan-Americanos de 1991, em Havana, Cuba.

Fonte:footstats.net

domingo, 5 de outubro de 2014

No Basquete Feminino - EUA atropelam Espanha e confirmam hegemonia com o nono título mundial






Carlos Augusto




No dia 8 de agosto de 1992, o time de basquete mais espetacular da história conquistou a medalha de ouro nos Jogos de Barcelona. Eternizava-se ali a expressão "Dream Team", e o sonho incluía craques do gabarito de Michael Jordan, Magic Johnson, Larry Bird e Charles Barkley. No Mundial feminino da Turquia, os Estados Unidos mostraram sua força com as estrelas da WNBA - um autêntico "Dream Team". Liderado por Sue Bird, Diana Taurasi, Maya Moore e Brittney Griner, a equipe comandada por Geno Auriemma confirmou a hegemonia ao conquistar o nono título do mundo em 17 edições. Foi uma verdadeira surra na decisão deste domingo. Fazendo do jogo coletivo o diferencial, as americanas atropelaram a Espanha, atual campeã europeia, por 77 a 64, na Ülker Arena, em Istambul, Turquia. Dominando as rivais do início ao fim, elas abriram uma diferença de 25 pontos (75 a 50) e frearam a reação das espanholas no último quarto, mas nada que ameaçasse a soberania na quadra do turco Fenerbahçe. O título garantiu a vaga da seleção americana nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
 
A americana Maya Moore foi a cestinha da partida com 18 pontos. Pela Espanha, Sancho Lyttle marcou 16 e ainda pegou 11 rebotes. Na preliminar, a Austrália derrotou a Turquia por 74 a 44, calando a fanática torcida, para completar o pódio na antiga Constantinopla. A seleção brasileira foi eliminada pela França antes das quartas de final.

Americanas posam com medalhas e troféu de campeão mundial (Foto: Reprodução/Fiba)
Até hoje, apenas quatro países conquistaram o título mundial: Estados Unidos (1953, 1957, 1979, 1986, 1990, 1998, 2002, 2010 e 2014), União Soviética (1959, 1964, 1967, 1971, 1975 e 1983), Brasil (1994) e Austrália (2006).
 
Fonte:Globo
Foto:Divulgação/Fiba

domingo, 28 de setembro de 2014

No Mundial de Basquete Feminino na Turquia - Brasil tem lampejo no início, mas não resiste à força da Espanha






Carlos Augusto




Após a derrota para a atual vice-campeã mundial República Tcheca, a seleção brasileira enfrentou outra pedreira no "grupo da morte" da Copa do Mundo: a Espanha, campeã europeia e forte candidata ao título na Turquia. Recuperado do nervosismo da estreia, o renovado time verde-amarelo assustou as rivais no início e deu sinais de que poderia cumprir uma missão quase impossível, neste domingo, em Ancara, capital do país. Mas não deu.
 
Inspiradas, Sancho Lyttle e Nicholls lideraram as espanholas, que atropelaram as brasileiras a partir do segundo quarto, vencendo por 83 a 56 na Arena Ankara, neste domingo. Cestinha da partida, Lyttle anotou um duplo-duplo, com 15 pontos e 13 rebotes.
Pelo Brasil, Érika sobressaiu tanto em pontos (12) quanto nos rebotes (7). Adrianinha foi a melhor nas assistências, com 4.
 
Para sobreviver no campeonato, o time comandado por Luiz Augusto tem a obrigação de vencer o Japão, na próxima terça-feira, às 8h (de Brasília), para avançar em terceiro lugar do Grupo A e cruzar com o segundo do B. O SporTV transmite o duelo ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real. Os assinantes do Canal Campeão também podem assistir aos lances pelo SporTV Play.

Érika tenta a cesta para a seleção brasileira (Foto: Divulgação/FIBA)

Confira todos os confrontos do grupo A da 1ª etapa (horários de Brasília):
 
Grupo A - anCara
 
27/09 - 10h15 - Japão 50 x 74 Espanha
27/09 - 15h15 - Brasil 55 x 68 República Tcheca
 
28/09 - 10h15 - República Tcheca 71 x 57 Japão
28/09 - 15h15 - Espanha 83 x 56 Brasil
 
30/09 - 8h - Brasil x Japão
30/09 - 10h15 - Espanha x República Tcheca
 
Veja como ficou a classificação Grupo A:
         
classificaçãoPGVDPMPSSP
1 Espanha42015710651
2 República Tcheca42013911227
3 Japão202107145-38
4 Brasil202111151-40
  
Fonte:Globo
Fotos:Divulgação/FIBA