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quarta-feira, 22 de março de 2017

A Associação Renascer de Judô de Ilhéus-BA., participou da 1ª etapa do Circuito Baiano de Judô






Carlos Augusto






No ultimo dia 11 de março, foi disputado a 1ª etapa do Circuito Baiano de Judô e seletiva para o Campeonato Brasileiro, no Centro Pan-Americano de Judô, na cidade de Lauro de Freitas - BA. Associação Renascer de Judô, através do Sansei 1º Dam Alberto Sales (Foto) levou 14 (quatorze) atletas para a competição, desses, 7 (sete) destacaram-se no evento e conquistaram medalhas.

São eles:

Filipe Valério: Campeão
Rosenilda Santos: Vice-Campeã
Thacila Rodrigues: Vice-Campeã
Aílton Bonfim: Vice-Campeão
Marcos Vinícios: 3ª Colocação
Rebeka Passos: 3ª Colocação
Cainã Bonfim 3ª colocação

Dentre esses medalhistas destacam-se dois que conquistaram a classificação para o Brasileiro. No masculino o atleta Filipe Valério na classe sub 18 (peso meio-médio) e, no feminino a atleta Rosenilda Santos na classe sub 21 (peso leve). Eles vão compor a Seleção Baiana de Judô, representando a Bahia em suas respectivas categorias na competição brasileira que acontece nos próximos dias 7, 8 e 9 de abril, no Ginásio Tancredão, na cidade de Vitória, no Espirito Santo.



Fonte:Alberto Sales

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Rafael Silva vence uzbeque, conquista o bronze e garante quarta medalha do Brasil




Beat Reusser
O Brasil se despediu do judô dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro com um bronze. Depois de cair na semifinal e vencer na repescagem, Rafael "Baby" Silva bateu Abdullo Tangriev para levar a medalha na Arena Carioca 2, na Barra.

É a segunda medalha olímpica do atleta. Em Londres, há quatro anos, ele também foi bronze. Para completar, ele foi responsável pela terceira conquista do judô brasileiro no Rio - Rafaela Silva (ouro) e Mayra Aguiar (bronze) tinham levado antes - e a quarta do país na competição.

No caminho até o bronze, Baby teve que superar uma derrota no meio do caminho. Depois de vencer o hondurenho Ramón Pileta na estreia, ele bateu o russo Renat Saidov nas oitavas de final. Nas quartas, enfrentouTeddy Riner, que não é derrotado desde setembro de 2010.

Mesmo com apoio da torcida, ele perdeu para o fenômeno francês. Na repescagem, superou o holandês Roy Emerik e foi embalado para a disputa do bronze, na qual prevaleceu sobre Tangriev.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Mayra Aguiar vence cubana e repete bronze de Londres no Rio




Beat Reusser
A judoca gaúcha Mayra Aguiar venceu a cubana Yalennis Castillo na disputa pelo bronze na categoria meio-pesado (até 78kg) dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e repetiu nesta sexta-feira, diante de uma Arena Carioca 2 lotada, a medalha conquistada em Londres 2012.

Aproveitando o cansaço da adversária, medalha de prata em Pequim 2008, que tinha passado por uma longa luta na repescagem para chegar ao bronze, Mayra foi para cima de Castillo e conseguiu um yuko com apenas 30 segundos. Na sequência, chegou a imobilizar a cubana, mas a rival conseguiu escapar após cinco segundos. Com a vantagem, Mayra soube administrar a luta e repetir a vitória contra Castillo, contra quem nunca perdeu nas agora sete lutas entre ambas.

No caminho para a medalha de bronze, Mayra teve um início fulminante, vencendo a australiana Miranda Giambelli com um wazari seguido de ippon por imobilização com apenas 40 segundos de luta. Depois, para chegar à semifinal, derrotou a alemã Luise Malzahn por vantagem de um shido recebido pela adversária em um duelo que a gaúcha teve mais iniciativa na busca por golpes, mas não conseguiu uma brecha para derrubar a adversária.

Na semifinal, Mayra enfrentou a francesa Audrey Tcheuméo, também bronze em Londres 2012 e campeã mundial em 2011. Dominada desde o início da luta, a brasileira acabou recebendo duas punições na luta contra uma da francesa, ficando de fora da grande final.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Mariana Silva sai derrotada na disputa do bronze e fica sem medalha




Beat Reusser
Um ótimo começo, um final triste. Depois de surpreender na primeira sessão do dia, Mariana Silva acabou derrotada na semifinal. E na disputa do bronze, ela também não conseguiu vencer: foi derrotada por Anicka van Emden (HOL) e deixará os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro sem medalha.

Ela buscava a ser a segunda do time brasileiro do judô a conseguir uma medalha nesta edição da Olimpíada - na última segunda-feira, Rafaela Silva foi ouro após "varrer" as adversárias na categoria leve.

Na competição, Mariana surpreendeu e venceu duas adversárias bem mais cotadas do que ela. Depois de passar pela estreia contra a ganês Szandra Szogedi, ela venceu a alemã Martyna Trajdos, de quem nunca havia vencido, nas oitavas, e a israelense Tarden Gerbi na quartas. Na semifinal, ela caiu diante da eslovena Tina Trstenjak, campeã mundial em 2015 e atual líder do ranking da categoria meio-médio.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Rafaela Silva vence líder do ranking e é ouro no judô




Beat Reusser
O sorriso brasileiro desta segunda-feira é dourado. A judoca Rafaela Silva ganhou a medalha de ouro na categoria leve do judô, na Arena Carioca 2, na Barra. Com um wazari, ela bateu na final Sumiya Dorjsuren, da Mongólia e atual líder do ranking, para dar ao Brasil sua segunda medalha nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Aos 24 anos, Silva volta a fazer de sua casa um porto seguro. Nascida no Rio, ela repete o roteiro de 2013, quando a cidade sediou o Mundial de judô, no qual ela se sagrou campeã na mesma categoria. "Em 2014 e 2015 ninguém treinou mais do que eu. Torcida estava ajudando bastante, balançando o ginásio, e eu não podia decepcionar", declarou. Ela ainda conquistou a primeira medalha do judô brasileiro na Olimpíada.

Na estreia, Silva passou sem dificuldades pela alemã Myriam Roper, com vitória em apenas 46 segundos. A rival de 34 anos, uma das mais velhas do circuito, já era freguês da brasileira - agora, são dez derrotas em dez duelos entre elas, sendo quatro só em 2016. Depois, ela eliminou a sul-coreana Jandi Kim, vice-líder do ranking e terceira colocada no World Masters deste ano. 

Na sequência, nas quartas, ela superou a húngara Hedvig Karakas, que a havia eliminado na Olimpíada de 2012. Na semifinal, a "vítima" foi a romena Corina Caprioriu, medalhista de prata há quatro anos, em uma luta nervosa e decidida apenas no golden score.

domingo, 7 de agosto de 2016

No sábado e domingo o judô brasileiro passou em branco






Carlos Augusto






Em uma das modalidades que mais deu medalhas ao Brasil, com 3 de ouro, 3 de prata e 13 de bronze, totalizando 17 medalhas. O Judô neste sábado e domingo passou em branco com os nossos judocas.

No primeiro dia do judô, no sábado, os dois brasileiros que entraram em ação terminaram chorando bastante. Em busca do bicampeonato olímpico do até 48kg, Sarah Menezes acabou sendo eliminada na repescagem ao sofrer uma chave de braço que lhe gerou uma luxação no cotovelo. O medalhista de bronze em Londres Felipe Kitadai (60 kg), também ficou em sétimo lugar, ao cair na repescagem para Diyorabek Urozboev, do Uzbequistão.

Érika Miranda perdeu bronze para
campeã mundial (Foto:
Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ)
Já neste domingo, considerado um dos judocas mais técnicos do Brasil, Charles Chibana na estrear na chave da categoria até (66kg0, perdeu por ippon para o japonês Masashi Ebinuma, tricampeão mundial e bronze em Londres 2012. A judoca Érika Miranda (52kg) esteve muito próxima de conquistar a medalha de bronze na categoria meio-leve (até 52kg), na Arena Carioca 2. Porém, a derrota para a campeã mundial Misato Nakamura, além de acabar com o sonho de subir ao pódio, fez a brasiliense pensar se deve ou não recomeçar um novo ciclo olímpico para Tóquio 2020 

Nesta segunda-feira, a partir das 10h (de Brasília), o Brasil contará com a participação de dois judocas, na disputa do peso-leve (até 57kg para as mulheres e até 73kg para os homens). Quem tem mais chance de pódio é a carioca Rafaela Silva, campeã mundial em 2013, no Rio de Janeiro. Alex Pombo não está entre os favoritos e corre por fora.


Observação:

Historicamente, o Brasil já recebeu 108 medalhas olímpicas: 23 de ouro, 30 de prata e 55 de bronze. 

O esporte que mais rendeu medalhas ao Brasil foi o voleibol (em quadra e em praia são 20 medalhas juntas). Depois do vôlei vem o Judô, com 19 medalhas, e a Vela, com 17 medalhas. O Brasil participou de cinco edições dos Jogos Olímpicos de Inverno, e neste caso, nunca recebeu medalhas.

Contudo, a vela continua sendo qualitativamente a modalidade de mais medalhada, pois enquanto o judô tem 3 medalhas de ouro, 3 de prata e 13 de bronze, totalizando 19, a vela tem 6 de ouro, 3 de prata e 8 de bronze, totalizando 17.  

Fontes: www.ebc.com.br e Globo

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Sarah Menezes leva a prata no World Masters em Guadalajara




Beat Reusser
Sarah Menezes não conseguiu ser campeã do World Masters nesta sexta-feira, mas vai chegar com moral para buscar o bicampeonato olímpico no Rio 2016, em agosto. A peso-ligeiro (48kg) superou duas temporadas irregulares (2014 e 2015), cresceu neste ano e fechou a corrida por vaga olímpica com uma medalha de prata na competição que reúne a nata do judô mundial e será disputada até domingo, em Guadalajara, no México. 

Número 4 do ranking mundial, a piauiense venceu três lutas e só foi parada na decisão, ao ser imobilizada após 1min28s de combate pela japonesa Ami Kondo, campeã mundial em 2014 e atual número 7.

Uma das brasileiras favoritas a medalha no Rio, Érika Miranda, número 3 do ranking do peso-meio-leve (52kg), chegou na disputa do bronze, mas perdeu por ter levado duas punições no duelo contra a francesa Annabelle Euranie, 5ª do mundo, e ficou com a quinta colocação.

domingo, 8 de maio de 2016

No Judô - Brasil aplica sete ippons nos britânicos e ganha bronze na Copa de Seleções





Carlos Augusto






Com direito a sete vitórias por ippon, a seleção sub-21 do Brasil bateu neste domingo a Grã-Bretanha por 7 a 0 e conquistou a medalha de bronze da Copa Internacional de Seleções, no tatame do Centro de Formação do Judô, na baiana Lauro de Freitas. Os responsáveis pelas vitórias brasileiras foram Kainan Pires (60kg), Daniel Cargnin (66kg), Lincoln Neves (73kg), Rafael Macedo (81kg), Henrique Francini (90kg), Leonardo Gonçalves (100kg) e João Marcos Silva (acima de 100kg). Em uma disputa bem apertada no sábado, a equipe nacional só foi derrotada na competição pela Rússia. Na decisão, o Japão bateu os russos por 4 a 3 para ficar com o título da competição amistosa entre equipes masculinas.

Seleção brasileira sub-21 ficou com a medalha de bronze, em Lauro de Freitas (Foto: Mayara Ananias/CBJ)

Quem abriu a decisão do bronze para o Brasil foi o peso-ligeiro Kainan Pires, de 19 anos. O garoto conseguiu dominar a pegada e foi quem mais tentou entradas de golpe. Mas a vitória acabou vindo após a luta ir para o solo e ele imobilizar Neil McDonald e vencer por ippon: 1 a 0.

O mesmo McDonald retornou para o segundo combate. Desta vez, pelo peso-meio-leve (66kg). Medalhista de bronze no Mundial júnior do ano passado, o gaúcho Daniel Cargnin demonstrou que tem tudo para ser um judoca de alto nível dentre os adultos e não precisou de muito tempo para aplicar uma varrida (a técnica de ash barai) e conseguir um ippon. 

Quem também obteve triunfos acachapantes foram outros dois medalhistas recentes em Mundial júnior. Bronze no ano passado no 73kg, Lincoln Neves jogou com habilidade Daniel Powell de costas no solo, pouco antes do campeão mundial júnior de 2014 do 81kg, Rafael Macedo, aplicar um bom golpe de perna para projetar Oscar Di Domenico por ippon.

Com 4 a 0 e o bronze garantido, ainda vieram triunfos por ippon de Henrique Francini sobre Jamal David Petgrave no 90kg, de Leonardo Gonçalves sobre Adam Hall por imobilização no 100kg, e para, finalizar do peso-pesado (acima de 100kg) João Marcos Silva em cima de Wesley Greenidge.

Fonte:Globo

domingo, 1 de maio de 2016

No Judô - Baby supera David e é ouro em Cuba; Mayra é prata em novo duelo com rival






Carlos Augusto





O segundo dia do Pan-Americano de Judô, em Havana, foi marcado por resultados importantes para os atletas do Brasil. A menos de 100 dias dos Jogos do Rio, foram oito medalhas neste sábado, com dois ouros, três pratas e mais três bronzes. O destaque ficou por conta do duelo entre dois compatriotas que brigam pela vaga olímpica na divisão dos pesos-pesados. O medalhista olímpico Rafael Silva, o Baby, levou a melhor na final diante de David Moura. Em outro duelo de alto nível, Mayra Aguiar ficou com a prata após cair diante da sua rival de longa data, a atual campeã olímpica Kayla Harrison. O brasileiro Tiago Camilo foi ouro após três vitórias por ippon. 

O confronto entre Rafael Silva e David Moura na final deste sábado marcou mais um capítulo na disputa pela vaga brasileira nos Jogos Olímpicos na categoria dos pesados (+100kg). Os dois compatriotas disputam entre si a presença no Rio 2016. Ambos chegaram na decisão em Havana com duas vitórias. Equilibrada, a final verde-amarela acabou indo para o ''golden score'', onde Rafael Silva venceu por wazari. 

Rafael Silva chegou na decisão após vencer dois rivais equatorianos, Johao Velasco (127º) e Freddy Figueroa (35º). David, por sua vez, havia superado Ramon Pileta (71º), de Honduras, e o cubano Alex Garcia (33º). Brigando ponto a ponto no ranking, eles ainda podem somar no Grand Slam de Baku e Masters. Rafael Silva chegou em Havana como 10º do mundo, e David Moura 13º.

Mayra é prata, e campeã olímpica ''empata confronto''

A brasileira Mayra Aguiar fez parte de um dos duelos mais aguardados do Pan de Havana. Neste sábado, voltou a ter pela frente sua rival de longa data e atual campeã olímpica da divisão meio-pesado (-78kg), Kayla Harrison. As duas judocas cultivam um longo histórico de combates desde 2010, com encontros marcantes em disputas como Campeonato Mundial e Jogos Olímpicos. Em mais um capítulo deste embate, a americana levou a melhor. 

A luta foi rápida. Após a brasileira errar sua tentativa de golpe, Kayla Harrison se aproveitou de espaço e aplicou uma chave de braço encaixada, fazendo com que Mayra batesse e acabasse o combate. A judoca americana comemorou muito a vitória e a medalha de ouro. Prata, Mayra é atualmente a quarta colocada do ranking mundial, enquanto Kayla é a número 1 do mundo. Agora, as duas estão empatadas no histórico do confronto: oito triunfos para cada lado. 

Antes da final, Mayra Aguiar havia vencido outras duas oponentes em Havana. Em sua estreia, derrubou a cubana Kaliema Antomarchi (55ª). Na sequência, havia superado Yalennis Castillo (22ª), também de Cuba. 

Maria Suellen Atlheman (13ª do ranking) também teve pela frente uma campeã olímpica na briga pela medalha de ouro neste sábado. Pela categoria peso-pesada feminina(+78kg), ela enfrentou a cubana Idalys Ortiz, ouro em Londres 2012 e atual quarta colocada do ranking mundial na divisão. Em um duelo equilibrado, a brasileira acabou derrotada por levar duas punições a mais que a oponente.

Antes de garantir a medalha de prata, Maria Suellen havia vencido a costarriquenha Kenia Rodriguez (61ª), além de Vanessa Zamboti (18ª), do México. Pela mesma categoria, a brasileira Rochele Nunes (23ª do ranking) ficou com o bronze. Na disputa pela terceira colocação, superou Zambotti por yuko. Ela foi derrotada antes por Melissa Mojica (28ª), de Porto Rico, mas se recuperou na repescagem diante da dominicana Leidi German (46ª), ganhando a chance de brigar pelo pódio.

Tiago Camilo é ouro com três ippons

Na disputa masculina entre os pesos-médios (até 90kg), o brasileiro Tiago Camilo conseguiu a medalha de ouro após vencer suas três lutas em Cuba. Na final, ele derrotou o americano Colton Brown. Atualmente, o brasileiro é o 17º de sua categoria no ranking mundial. Seu rival na decisão em Havana ocupa a 38ª posição. 

Antes da final, Camilo havia vencido o oponente dominicano Robert Florentino (153º). Na sequência, foi superior ao chileno Thomas Briceno (62º). Todas os triunfos do judoca brasileiro no Pan de Judô foram por ippon.

Mais bronzes

O Brasil ainda levou mais duas medalhas de bronze neste sábado. Pela categoria peso-meio-médio(81kg), Victor Penalber venceu Juan Turcios, de El Salvador, na disputa pelo terceiro lugar. A vitória veio com wazari e imobilização. Além dele, Luciano Correira, da divisão meio-pesado (-100kg), também ficou com o degrau mais baixo do pódio. A vitória sobre o americano Ajax Tadehara, que levou três punições, o garantiu no quadro de medalhas.

Na divisão peso-médio feminina (70kg), Maria Portela também tentou o bronze, mas perdeu para a venezuelana Elvismar Rodriguez, por uma punição, e ficou com a quinta colocação.

No dia anterior, o Brasil havia ganho mais medalhas na competição de Havana. Sara Menezes, Charles Chibana, Felipe Kitadai, Érika Miranda e Mariana Silva subiram no degrau mais alto do pódio. Nathália Brígida havia ficado com um bronze. O país fechou a competição com a primeira posição e 17 medalhas no total. 

Fonte:Globo

domingo, 10 de abril de 2016

No Judô - Em duelo equilibrado, Brasil supera a Coreia do Sul no Super Desafio de Judô, em Campo Grande






Carlos Augusto





Time brasileiro foi mais eficiente que coreanos
Neste sábado, o Brasil disputou o Super Desafio de Judô diante da Coreia do Sul, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e saiu com a vitória com um placar de 3 a 2 em disputa de equipes mistas. Nomes como Nathália Brígida, Ketleyn Quadros e João Marcos Silva venceram suas lutas para ajudar o time brasileiro a levar o título.


Primeiro, Brígida foi ao tatame enfrentar Yujeong Kang e conseguiu triunfar, colocando o Brasil na frente no placar geral. A Coreia empataria na luta seguinte, com Youngjin Ham superando Gabriel Pinheiro. Na sequência Ketleyn Quadros entrou em ação e derrotou Eun-Sol Choi para deixar o time da casa novamente na dianteira.

Nas duas últimas lutas, a equipe brasileira aumentou a diferença no placar geral para 3 a 1, graças a vitória de João Marcos Silva para cima Kyeongtae Kim, aplicando um ippon no adversário. No confronto que fechou a disputa, Camila Nogueira perdeu para Eun-Ju Lee.

Satisfeita com o resultado, Nathália Brígida ressaltou a responsabilidade de abrir a série da competição, explicando que o vencedor da luta inicial consegue dar confiança para o resto da equipe.

“Abrir a competição é uma pressãozinha maior e se você começar com vitória dá mais motivação para a equipe. Foi uma luta difícil. O estilo sul-coreano é de muito volume, não conhecia muito bem minha adversária, mas consegui achar o espaço e pontuar para sair com a vitória”, comentou a judoca.

Fonte:www.mg.superesportes.com.br

sábado, 26 de março de 2016

No Judô - Rafaela Silva fica com ouro, e Érika leva bronze no 1º dia do GP da Geórgia






Carlos Augusto






Rafaela Silva venceu quatro lutas até chegar
 ao ouro na Geórgia (Foto: Divulgação IJF)
A brasileira Rafaela Silva subiu no degrau mais alto do pódio no primeiro dia do Grand Prix de Tbilisi, na Geórgia. Pela categoria até 57kg, ela venceu a rival Nora Gjakova, do Kosovo, com um ippon em uma eficiente chave de braço. Rafaela é atualmente a 16ª do ranking da categoria. Gjakova, a 22ª. Em um golpe inteligente e realizado com categoria, a brasileira não deu chance para a oponente e garantiu a vitória e a sua medalha de ouro. Na divisão até 52kg, Érika Miranda ficou com o bronze.

Dos torneios que contam pontos no ranking internacional, o GP é o segundo com menos peso, acima apenas dos abertos continentais. Mas os 300 pontos conquistados com o ouro farão com que Rafaela ultrapasse, por exemplo, a alemã Miryam Roper, atualmente 13ª no ranking e derrotada pela brasileira na segunda luta da caminhada em Tbilisi. 

Antes da final, além da alemã, Rafaela venceu outras duas lutas para se classificar. Primeiro, superou Rushana Nurjavova (74ª do ranking), do Turcomenistão, por ippon. Na semifinal do torneio, foi a algoz da sérvia Jovana Rogic (24ª), que eliminara a romena Corina Caprioriu, segunda do ranking.

Rafaela Silva comemora no pódio a conquista da medalha de ouro (Foto: Divulgação IJF)

Na briga pelo bronze de sua categoria, Érika Miranda, terceira do ranking até 52kg, enfrentou Gulbadam Babamuratova (10ª), do Turcomenistão. A brasileira foi eficiente e agressiva durante todo o combate e conseguiu vencer por um yuko, pressionando e dominando as ações. 

Mais cedo, ela havia vencido a espanhola Laura Gomez (25ª) na estreia. Em seguida, acabou sendo derrotada pela atleta da casa Mariam Janashvili (165ª). Na repescagem, a brasileira passou por Tsolmon Adiyasambuu (15ª), da Mongólia, e conseguiu chegar à disputa por medalha. 

Érika Miranda ficou com a medalha de bronze (Foto: Divulgação IJF)

Entre os homens, o único representante do Brasil nesta sexta-feira foi Eric Takabatake (60kg). O judoca saiu vitorioso em dois confrontos disputados. No entanto, perdeu duas lutas e acabou fora da disputa por medalhas, terminando na sétima posição da sua categoria. 

A competição se estende no fim de semana. Neste sábado, o Brasil será representado por Marcelo Contini (73kg). Domingo é a vez de Tiago Camilo (90kg), Luciano Corrêa (100kg), Rafael Silva (+100kg), Mayra Aguiar (78kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg). 

Fonte:Globo
Fotos:Divulgação IJF

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Mayra Aguiar derrota a maior rival e leva o ouro no Grand Slam de Paris




Beat Reusser
Kayla Harrison estava lá, pronta para mais um duelo. Mayra Aguiar sabia bem o tamanho do problema que teria pela frente se quisesse iniciar o ano olímpico com a medalha de ouro na categoria até 78kg. Entrou concentrada e resolveu a questão rapidamente, com um golpe perfeito. A poderosa americana, campeã nos Jogos de Londres 2012, balançava a cabeça enquanto Mayra comemorava o feito no Grand Slam de Paris com braços erguidos e sorriso aberto. 

Neste domingo, ela aumentou a vantagem no retrospecto contra a maior rival (oito triunfos em 14 confrontos) e colocou o segundo título da competição em sua galeria. O primeiro foi conquistado há quatro anos.


Victor Penalber está cada vez mais próximo de assegurar a sua vaga na Olimpíada do Rio na categoria até 81 quilos do judô. Neste domingo, ele ficou com a medalha de bronze no Grand Slam de Paris e somou mais 200 pontos no ranking mundial. Com isso, abrirá ainda mais vantagem sobre Leandro Guilheiro, dono de dois bronzes em Jogos Olímpicos. Antes desta competição, a diferença era de 862. 

Na luta que valeu a medalha, Penalber derrotou o russo Alan Khubetsov por estrangulamento. A única derrota do brasileiro no torneio parisiense aconteceu nas quartas de final para o búlgaro Ivaylo Ivanov.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Mayra Aguiar diz que aceitaria enfrentar Ronda Rousey no octógono: 'Seria interessante'






Carlos Augusto





Assim como Mayra Aguiar (foto), Ronda competiu
no judô e tem até medalha olímpica

Fã declarada de MMA e da lutadora Ronda Rousey, a judoca Mayra Aguiar admite o sonho de enfrentar a norte-americana no futuro, após se aposentar do judô profissional. Para a brasileira, uma das esperanças de medalha do país nos Jogos Olímpicos do Rio, o único empecilho ao eventual duelo será a diferença de peso.

"O problema seria o peso, eu teria que baixar ou ela teria que subir um pouco. Mas seria uma coisa interessante lutar com ela no MMA. Seria bacana", projeta Mayra, que tem 70kg e compete na categoria até 78kg no circuito mundial do judô. Ronda pesa 61kg quando está se preparando para lutar no UFC (Ultimate Fighting Championship). Quando competia no judô, se enquadrava na categoria até 70kg.

É dessa época que vem a admiração de Mayra por Ronda. A americana competiu em alto nível no judô, com direito a duas participações em Olimpíadas. Em Pequim-2008, subiu ao pódio com a medalha de bronze. No Brasil, competiu duas vezes, com sucesso. Foi medalha de prata no Mundial de 2007 e campeã no Pan-Americano do mesmo ano - iniciou sua carreira no MMA três anos depois.

Com esta experiência de Ronda, Mayra acredita que poderia aprender muito, mesmo numa luta no octógono, local de disputa tradicional do MMA, ao invés do tatame. "Ela poderia me passar um pouco do que ela sabe. Seria bem legal", projeta a brasileira de 24 anos. "A Ronda é uma atleta que me inspira muito. Já foi judoca e desde então eu me inspiro bastante nela."

Mayra aposta no retorno triunfal de Ronda às lutas, depois da primeira e dolorosa derrota sofrida pela americana no MMA, em novembro. Grande estrela do UFC feminino, ela foi nocauteada pela compatriota americana Holly Holm e precisou ser encaminhada ao hospital ao fim do confronto. Ela chegou a fazer uma pequena cirurgia plástica para recuperar parte do rosto castigado pelos golpes que levou de sua adversária.

"Ninguém é vitorioso para sempre. Ela é uma atleta excelente e isso não mudou. Ela é guerreira, abriu as portas para o feminino no MMA. Com certeza, vai voltar, vai dar o melhor dela e vai conseguir o cinturão de volta", diz Mayra Aguiar, que garante que o MMA é um futuro muito distante em sua carreira.

Se acontecer a oportunidade, a brasileira precisará de uma aprovação especial. "Nunca treinei de verdade, sou totalmente focada no meu esporte. Gosto de assistir. Teria que treinar bastante para ver se eu iria me adaptar. Mas primeiro tenho que convencer a minha mãe disso", diz a judoca, entre risos. "Agora realmente estou com o foco totalmente voltado para o judô."

Não por acaso. Mayra é presença praticamente confirmada na Olimpíada do Rio. Ela ocupa a nona colocação do ranking olímpico e não é ameaçada pelas compatriotas - o Brasil tem direito a apenas uma representante por categoria nos Jogos de 2016. Além da boa colocação, ela já exibe a experiência de quem foi campeã mundial no ano passado e medalha de bronze no Mundial de 2013 e 2011. Foi ainda vice-campeã no Mundial de 2010.

Fonte:www.mg.superesportes.com.br
Foto:Harry How/Getty/AFP