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sexta-feira, 18 de março de 2016

Morre ex-centroavante Gaúcho, ídolo rubro-negro no início dos anos 90





Carlos Augusto





Gaúcho era muito irreverente (Foto: Reprodução)
No início da noite desta quinta-feira, o Flamengo, via assessoria de imprensa, comunicou a morte do ex-centroavante Gaúcho, um dos destaques rubro-negros na conquista do pentacampeonato brasileiro, em 1992. O ex-camisa 9, vítima de um câncer de próstata, ficou conhecido pelas comemorações bem-humoradas e sempre contava com a companhia de Paulo Nunes, Djalminha, Marcelinho e outros para as coreografias. Os mais jovens ficaram conhecidos como Gaúcho's Boys. O enterro deve acontecer entre segunda e terça-feira da semana que vem.

Como profissional do Flamengo, Gaúcho fez 98 gols em 200 jogos.

Luís Carlos Tóffoli, o Gaúcho, nasceu em Canoas, no Rio Grande Sul, e tinha 52 anos. Revelado pelo Flamengo, em 1982, passou por XV de Piracicaba, Grêmio, Verdy Kawasaki, voltou ao Flamengo, defendeu Santo André e Palmeiras até viver o melhor momento da carreira. No retorno à Gávea, em 1990, foi campeão da Copa do Brasil, Carioca e do Brasileirão, como um dos protagonistas. Em 1994, seguiu Itália para jogar no Lecce, seguindo para Boca Juniors, Atlético-MG, Ponte Preta, Fluminense e se aposentou no Anápolis, em 1996. Como treinador, se aventurou no Mixto e no Luverdense, entre 2010 e 2011.

Embora não primasse pela parte técnica, Gaúcho era muito bom no jogo aéreo. Além disso, marcou gols importantes, como o da final da Taça Rio de 1991 - o Flamengo venceu o Botafogo por 1 a 0 -, em que fez a comemoração "Beijinho, beijinho, tchau, tchau", alusiva a uma música da apresentadora Xuxa. Também marcou no primeiro jogo da decisão do Brasileiro de 92, novamente contra o Glorioso e que terminou em 3 a 0 e encaminhou a conquista do penta. Na decisão estadual, um ano antes, também deixou o seu nos 4 a 2 sobre o Fluminense.

Irreverente, Gaúcho teve uma de suas inúmeras brincadeiras bastante marcada. Após o primeiro jogo da final que resultou no penta, o rubro-negro ganhou de presente e carne na boca em churrasco oferecido por Renato Gaúcho, seu amigo dos tempos de Flamengo e que à época defendia o Botafogo. O pagamento da aposta, após a vitória por 3 a 0 do Fla em 12 de julho de 1992, fez Renato ser dispensado pela diretoria alvinegra.

Gaúcho também teve boa passagem pelo Palmeiras. Inclusive, num jogo contra o próprio Flamengo, defendeu pênaltis após empate no tempo normal - Zetti, o então goleiro palmeirense, machucou-se e o time já havia feito todas as substituições. O duelo foi válido pelo Brasileiro de 1988, e as partidas que terminavam em igualdade eram decididas nas penalidades.

Fonte:Globo

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Homenagem a Rogério Farias





Carlos Augusto





Rogério Farias, moleque bom, de Sangue Bom, sorriso de menino, um amigo para todas as horas, o cara era todo especial, amigos tinha aos milhares, e posso me incluir nesses milhares, tive o prazer de conhecer uns dos melhores homens de Ilhéus. Vá com Deus meu parceiro, "assim disse Luís Morena no seu face book"

O blog Toque-Esportivo reproduziu na integra as palavras de Luís Morena, pois, faz também as suas palavras. Segue a baixo um pensamento do Padre Zezinho.


"SE EU MORRER ANTES DE VOCÊ"

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore;
Se não conseguir chorar, não se preocupe;
Se tiver vontade de rir, ria;
Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão;
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, defenda-me;
Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam;
Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo...
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
-"Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto!"
Aí, então derrame uma lágrima.
Eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal.
Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, acho que não vou estranhar o céu.
"Ser seu amigo, já é um pedaço dele..."

Padre Zezinho 

terça-feira, 21 de abril de 2015

Nota de Pesar





Carlos Augusto





Envolvida sob profundo sentimento de pesar, a ABCD – Associação Bahiana dos Cronistas Desportivos - participa a todos os seus associados, amigos e esportistas baianos, o falecimento do comentarista esportivo Antonio Viera do Nascimento, ocorrido nesta segunda-feira (20).

Antonio Viera do nascimento, em seus 68 anos, prestou relevantes serviços ao esporte baiano, durante toda a sua vida profissional. Viera se associou a ABCD ainda como repórter em 24.03.86 e durante seus quase trinta anos esteve ao lado da crônica esportiva e da entidade.

O corpo de Antonio Vieira será cremado nesta terça-feira (21/04/2015), às 10h no cemitério jardim da saudade. 

Márcio Martins Barbosa
Presidente

domingo, 25 de janeiro de 2015

Morre Neneca, campeão brasileiro com o Guarani





Carlos Augusto





Morreu na madrugada deste domingo, em Londrina (PR), o ex-goleiro e campeão brasileiro com o Guarani, Neneca. Ídolo do clube de Campinas, também atuou por anos como preparador de goleiros das categorias de base do Guarani.

De acordo com familiares, Neneca lutava, desde novembro de 2014, contra um câncer na medula. O ex-jogador estava internado há cinco dias no Hospital do Câncer de Londrina, onde faleceu às 3h.

O corpo será velado na mesma cidade durante todo domingo e o sepultamento está marcado para esta segunda-feira, às 10h.

Nascido em Londrina, no dia 18 de dezembro de 1947, Hélio Miguel, o Neneca, iniciou sua carreira no Paraná Esporte Clube, em 1968 e pouco tempo depois se transferiu para o América-MG.

Em 1974, se transferiu para o Náutico, onde ganhou fama depois de ficar 1.636 minutos, mais de 18 partidas, sem tomar nenhum gol. Com a camisa do Náutico, Neneca conquistou o Campeonato Pernambucano.

Sua história com o Guarani começou em 1976, onde, dois anos mais tarde conquistou o Campeonato Brasileiro, único do clube.

Neneca também defendeu o Operário (MT), Londrina, onde foi campeão paranaense em 1981, Bragantino, Fluminense (BA) e Votuporanguense (SP).


Grande feito: Campeão Brasileiro de 1978. Foi o primeiro clube do interior do Brasil a conquistar o maior título do futebol nacional.
Time base: Neneca; Mauro, Gomes, Édson e Miranda; Zé Carlos, Zenon (Manguinha) e Renato; Capitão (Adriano / Gersinho), Careca e Bozó (Macedo).  
Técnico: Carlos Alberto Silva.
Fonte:esporte.band.uol.com.br e imortaisdofutebol.com
Foto:Divulgação/Guarani e terceirotempo.bol.uol.com.br

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Ex-árbitro, Armando Marques morre aos 84 anos de insuficiência renal





Carlos Augusto



Morreu na madrugada dessa quarta-feira o ex-árbitro e ex-presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, Armando Marques, aos 84 anos. Ele estava internado desde a última terça-feira em um hospital do Rio de Janeiro com insuficiência renal e não resistiu ao agravamento da doença.
 
Armando Nunes Castanheira da Rosa Marques atuou em 12 finais de Campeonatos Brasileiros (1962, 63, 64, 65, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 73 e 74). Ficou conhecido por suas arbitragens polêmicas. Uma de suas atuações mais controversas foi na decisão do Brasileirão de 1974, entre Vasco e Cruzeiro.
 
Em âmbito internacional, Marques apitou o jogo inaugural do Estádio Olímpico de Munique, na Alemanha, em 1972, em jogo entre a seleção alemã e a União Soviética.
 
Em 1997, Armando Marques assumiu o comando da comissão de arbitragem da CBF. Após o escândalo de manipulação envolvendo os árbitros Edílson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon, deixou o cargo, em 2005. Também passou pela Conmebol e pela Fifa.
 
Armando Marques apita jogo com Pelé entre os protagonistas (Foto: Agência Estado)
Fonte:Globo/www.mg.superesportes.com.br
Fotos:Arquivo O Cruzeiro/EM.Brasil/Agência Estado

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Morre em São Paulo o médico e comentarista Osmar de Oliveira





Carlos Augusto




Faleceu nesta sexta-feira, aos 71 anos, o médico e comentarista esportivo Osmar de Oliveira. Doutor Osmar, como também era conhecido no meio do futebol, estava internado em São Paulo após uma cirurgia para a retirada de um tumor na próstata e também sofria com problemas pulmonares. Em julho de 2013, Osmar de Oliveira sofreu um infarto e também precisou ser operado.
 
Osmar de Oliveira formou-se em medicina no ano de 1969, na PUC, em Sorocaba. Especializou-se na medicina esportiva e trabalhou como médico do Corinthians, do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da seleção brasileira de basquete.
 
Também foi comentarista e locutor esportivo, tendo passado por TV Gazeta (SP), Rádio Gazeta, TV Bandeirantes, SBT, TV Manchete, TV Cultura, TV Record e também na TV Globo, onde foi locutor entre os anos de 1980 e 1983.

Fonte:Globo
Foto:Reprodução / Facebook

domingo, 6 de julho de 2014

Ídolo do Fluminense, ex-atacante Assis morre em Curitiba





Carlos Augusto




Morreu na manhã deste domingo o ex-atacante Assis, vitima de insuficiência renal. A informação foi confirmada pelo ESPN.com.br, junto ao cemitério Vila Verde, em Curitiba.
 
O ex-jogador, que brilhou no Fluminense na década de 1980, tinha 61 anos e marcou época ao formar o 'Casal 20' com Washington, que também morreu neste ano.
 
O velório será realizado na tarde deste domingo, na capela Unilutos, na rua Desembargador Benvindo Valente, 348, bairro de São Francisco, e o enterro acontecerá na segunda-feira, no cemitério Água Verde, ambos em Curitiba.
 
Em 177 partidas pelo tricolor carioca, Assis marcou 54 gols, foi campeão brasileiro, em 1984, e tricampeão carioca, de 1983 a 1985.
 
A trajetória de Assis, que tem seu ápice no Rio de Janeiro, começou no interior de São Paulo e teve seu primeiro ponto de destaque no São Paulo, em 1981. No clube paulista, o atacante foi campeão paulista e vice-brasileiro naquele mesmo ano.
 
Uma temporada depois, Assis encontrou pela primeira vez o parceiro que marcaria sua carreira. No Atlético-PR, deu início ao chamado "Casal 20", dupla de ataque formada ao lado de Washington.
Em 1983, foi negociado com o Fluminense, onde viveu o melhor momento de sua carreira junto com o mesmo Washington.
 
Ironicamente, os dois, inseparáveis em campo, morreram num espaço de pouco mais de dois meses.
 
 
Em 25 de maio deste ano, Washington morreu vitima de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neurodegenerativa e sem cura.
 
Luto
 
Em nota oficial, o Fluminense, por meio de seu presidente, Peter Siemsen, lamentou a perda do ídolo.
 
"É uma perda muito grande. Assis foi um dos maiores ídolos da história do Fluminense. Marcou uma geração. Um ídolo que tinha uma forte ligação com o clube desde sempre. Hoje é dia de reverenciá-lo por tudo que fez por nós tricolores", disse o mandatário.
 
Fonte:esportes.br.msn.com
Fotos:Fernando Araújo/Globoesporte.com/Divulgação - Fluminense

terça-feira, 24 de junho de 2014

Giba, campeão com o Corinthians como jogador em 90, morre aos 52 anos





Carlos Augusto



Antônio Gilberto Maniaes, o Giba, lateral-esquerdo campeão brasileiro com o Corinthians em 1990 e ex-técnico, morreu nesta madrugada em São Paulo. O ex-jogador tinha 52 anos e estava internado no Hospital Sírio Libanês, que confirmou o falecimento.
 
Giba também foi técnico do Paulista
 
Giba tinha uma doença rara chamada amiloidose que, no seu caso, atacou os rins. Ele tratava da doença e seu quadro se agravou na noite de segunda-feira, quando entrou em coma intensivo. O ex-técnico morreu durante a madrugada.
 
Carreira
 
Natural de Cordeirópolis, interior de São Paulo, Giba foi revelado pelo Independente de Limeira, no início da década de 80, e logo se transferiu para a arquirrival Internacional. Em seguida, se mudou para o União São João de Araras.
 
Em 1984, chegou ao Guarani, onde ganhou maior projeção, ajudando o time campineiro a chegar ao vice-campeonato brasileiro de 1986. Em 1989, se mudou para o Corinthians, onde se consagrou ao conquistar o Campeonato Brasileiro de 1990, primeiro título nacional do clube. Ficou no Parque São Jorge até 1993, quando se aposentou precocemente devido a um problema no joelho.
 
Aposentados dos campos, ele se tornou técnico. Em 1996, iniciou a nova carreira no Paulista, onde se tornou ídolo, com quatro passagens, a última em 2013, que também foi seu último trabalho como técnico. Dirigiu ainda diversos clubes, entre eles o Santos, o Guarani e o Sport.
 
O ex-jogador será velado e cremado em Campinas, no interior de São Paulo, onde morava com a esposa e uma filha.

Fonte:IG
Foto:Divulgação

sábado, 7 de junho de 2014

Fernandão, ex-jogador do Internacional, morre em acidente de helicóptero





Carlos Augusto




O ex-jogador do Internacional Fernandão, de 36 anos, morreu neste sábado em um acidente de helicóptero. Ele viajava de volta da sua casa de praia em Aruaña para a capital Goiânia, em Goiás, quando houve a queda.
 
Além do eterno atleta colorado, estavam na aeronave outras três pessoas: Edmílson de Sousa Leme (vereador de Palmeiras de Goiás), Bidó Antônio de Pádua, Lindomar (funcionário da fazenda) e o piloto Milton.
 
De acordo com dados da Polícia Civil, o helicóptero, que partiu da fazenda de Fernandão, foi encontrado em um banco de areia, aproximadamente às 4 horas da manhã, às margens do Rio Araguaia. A área da tragédia fica a aproximadamente 15 quilômetros do centro de Aruanã.
 
O ex-jogador foi o único dos passageiros do helicóptero ainda retirado com vida do local e chegou a ser encaminhado ao hospital, mas não resistiu. O Corpo dos Bombeiros logo chegou ao local do acidente e o sargento Cristiano Oliveira notou que um dos passageiros, justamente o ex-atleta, apesar de muito ferido, ainda respirava. Ele deu mais detalhes sobre o acidente.
 
Carreira
 
O Internacional ainda fez questão de lembrar a trajetória de Fernandão no time. Foram 190 partidas como jogador e 77 gols marcados, o primeiro deles, logo na sua estreia, em 2004, foi o de número 1000 da história do Gre-Nal. Fernandão ainda foi capitão da equipe nas conquistas da Libertadores e do Mundial de 2006. Outros títulos com o time de Porto Alegre foram no Gauchão (2005 e 2008) e na Recopa (2007).
 
Depois da carreira como atleta, ele foi para o lado de fora do gramado. Também no Internacional, foi diretor técnico em 2011 e treinador do time principal em 2012.
 
Fernandão era natural de Goiás e começou por lá a carreira. Aos 16 anos, jogando como meia, foi para o time profissional do Goiás e ali ganhou destaque. Entre 1995 e 2001, ele conquistou cinco estaduais, duas Copas Centro-Oeste e um Brasileiro da Série B na posição de meio de campo. Depois, defendeu o Olympique de Marselha, da França, por três temporadas.
 
Voltou ao Brasil para jogar no Internacional e virou um dos ídolos do time gaúcho. Fernandão ainda passou pelo São Paulo antes de se aposentar como jogador em julho de 2011 e partir para as funções de diretor e técnico. Entretanto, quatro meses após assumir o Inter, foi demitido. Ele ainda seria comentarista da Copa Mundo 2014 no canal Sportv.
 
Fonte:IG