Beat Reusser de Jesus
Na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, a dona da casa enfrentou a Colômbia e o zagueiro Andrés Escobar teve a má-sorte de fazer um gol contra aos 35 minutos do jogo, que selou a vitória estadunidense por 2 a 1 e a consequente eliminação colombiana ainda na primeira fase da competição. Contudo, esse seria o menor dos problemas de Escobar.

Dias mais tarde, de férias em Medellín, o jogador foi morto com doze tiros à queima-roupa. Humberto Muñoz Castro, o assassino, fez os disparos dentro de uma discoteca, após uma discussão com dois torcedores que foram se queixar do seu gol contra.. Mesmo querendo a todo custo evitar o confronto, o atleta não conseguiu evitar a ira de Munõz e não conseguiu chegar vivo ao hospital. Nesta segunda-feira, faz exatamente 15 anos que o triste fato ocorreu.

Escobar, nascido em 13 de março de 1967, em Medellín, esteve em duas Copas América, em 1987 e 1989. Foi titular indiscutível nos 10 jogos disputados por uma seleção em que brilhavam astros como René Higuita e Carlos Valderrama.
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